Sobre suposições

Do que tenho tanto medo? De me expressar? De me senti vulnerável, de deixar que me leiam como um livro aberto? De dizer as palavras inomináveis que permanecem entaladas na garganta? Ou descobrir quem eu sou e do que sou capaz? De me surpreender, de surpreender a todos? São tantas suposições que até me perco.Continuar lendo “Sobre suposições”

Reflexões de uma noite mal dormida

Ultimamente, me pego pensando com determinada frequência sobre a efemeridade do tempo e suas esperas inevitáveis e cansativas. Me questiono sobre esse excesso de perguntas e escassez de respostas que insistem em me acompanhar, entranhados no âmago do meu ser, qualificando minha essência inquieta e perpetuando padrões de pensamentos inconstantes que herdei de meus antepassadosContinuar lendo “Reflexões de uma noite mal dormida”

Pelas grades da minha janela

Nos últimos meses, contemplar o horizonte através da minha janela com grades enferrujadas tem sido meu refúgio. Como um passarinho na gaiola, meu canto esconde o choro de quem daria tudo para estar lá fora. Tantos lugares para conhecer, tantas pessoas para esbarrar, tantos momentos para viver, tantas alegrias para compartilhar, mas tudo isso pareceContinuar lendo “Pelas grades da minha janela”

Os 245 anos de imortalidade de Jane Austen

De Jane Austen, sou uma eterna adoradora. Dos seus romances, me sinto cúmplice. É quase como se eu mergulhasse num universo paralelo e me afogasse nos ideais românticos dos tempos de outrora, que hoje parecem cada vez mais distantes da realidade. Mas, falar de Jane não é apenas falar sobre os livros que inspiraram tantasContinuar lendo “Os 245 anos de imortalidade de Jane Austen”