Estranhezas de uma mente peculiar

Meu estoque de tolerância está por um fio – às vezes eu me esqueço de sorrir o tempo todo, às vezes eu quero desaparecer do mapa, às vezes fico acordada até tarde pensando excessivamente em como mudar o rumo da minha vida sendo que eu ainda nem sei qual rumo eu quero tomar. Estranhezas deContinuar lendo “Estranhezas de uma mente peculiar”

Mantendo os pés no chão

A esperança que me move tem gosto de mel. A doçura que me candeia vem dela, e de tudo aquilo que eu posso me tornar no porvir, ainda que o hoje tenha maior relevância. Na fase atual da minha vida, essa incrível aventura instável-imprevisível-surpreendente característica dos 20 e poucos anos, me preocupo mais com oContinuar lendo “Mantendo os pés no chão”

As asas da borboleta

Encerrar ciclos é provavelmente uma das coisas mais angustiantes da vida. E o que mais dói nessa história é saber que sempre estaremos presos a essa repetição de começos e encerramentos inesperados e necessários para a continuidade do nosso processo evolutivo pessoal. Saber dizer adeus é reconhecer a importância dos fins para a abertura deContinuar lendo “As asas da borboleta”

Sem tempestades. Sem guerra.

Sempre digo que sou como uma fênix: renasço das cinzas. Acho que sou mestre em me reinventar e me reconstruir após a tempestade. Mas isso tudo é exaustivo. Chega uma hora que a força se esgota, o fôlego se esvai. Os membros tremem só de pensar no peso de carregar mais cimento para tampar osContinuar lendo “Sem tempestades. Sem guerra.”

A partida às vezes é uma benção

Estou indo embora porque há vida lá fora esperando por mim, para ser vivida, para ser degustada em toda sua plenitude. E eu sei que vai doer, e eu sei que vai sangrar, estou ciente de todos os desafios, acredite – meus medos me lembram o tempo todo que estou prestes a jogar uma roletaContinuar lendo “A partida às vezes é uma benção”