Levante sua voz!

“Quem você acha que é?” sempre me indagam, de forma depreciativa. E é essa pergunta que eu pretendo responder nas linhas tortas desse texto.

Eu sou parte do mundo, dominada pelo consciente coletivo e pela força da criatividade. Eu sou parte da mudança que será feita por uma geração inquieta que inspira e instiga quebras de padrões rudimentares que atrasam o avanço, o progresso. Eu me junto a milhares de jovens inconformados com o status quo e que buscam desconstruções e reconstruções constantes, sejam elas a nível pessoal ou interpessoal. Eu sou mais uma entre várias outras pessoas que vieram mexer com as estruturas de tudo aquilo que se conhece e se tem como concreto até o presente momento em que vos escrevo.

E com toda essa sede de inovação, eu me transformei naquilo que defendo. Eu sou os meus ideais, sou as causas que acredito – e pelas quais eu luto. E ao me tornar parte desses ideais, conquistei a imortalidade. Pois a matéria é frágil, se esvai através no tempo e retorna ao pó, mas ideais sobrevivem aos desgastes cronológicos e ultrapassam os limites do espaço.

Começamos a plantar as sementes que irão amadurecer e posteriormente serão colhidas por gerações cada vez mais impulsionadas a fazer a mudança. A grande roda do destino vai girar, pois vamos virar o mundo de cabeça para baixo e transformar o amor em lei universal, seja como for, de qualquer cor, gênero ou nacionalidade. Não existem limites para a nossa essência, não existem limites para nossos sonhos.

Eu sou a revolução. Todos nós somos. E meu chamado e lembrá-los disso. Podemos ir além daquilo que nos fora imposto pelo sistema, podemos conquistar a independência e abraçar a liberdade. Podemos gerir o mundo e inserir a ideia de universalidade. Somos todos um.

E eu viverei dentro de cada um que acreditar nisso. Viverei dentro das crianças do futuro que alcançarão o impossível. Viverei dentro de cada pessoa que lutar pelas liberdades civis e individuais. Viverei em cada mulher que romper com as imposições patriarcais. Viverei em cada um que tiver esperança de ajudar na construção de um mundo melhor – não ideal, mas justo, não para um ou dois, mas para todos.

Enquanto existir alguém lutando pela coletividade, eu estarei viva, e vibrante, contagiando pessoas com uma dose a mais de fé e inspirando-as a inspirar novos companheiros de jornada. E assim o ciclo não terá fim. Até que o novo se concretize.

Meu apelo final, é para aqueles que podem ajudar a gerir a mudança, que se sentem tocados e recrutados para uma missão que vai muito além do que eles possam imaginar: levantem suas vozes! Levantem suas cabeças! Que sejamos escutados! Que sejamos presentes! Que sejamos a transformação!

Sejamos!

Seremos!

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